Apesar das promessas de campanha de acabar com a festa dos gastos sem controle em cartões de crédito corporativos (lê-se pagos pela União), o primeiro levantamento do uso dos cartões pela equipe do atual governo revela um aumento de 16% em relação à média dos quatro anos anteriores (administrações Dilma e Temer). São 1.846 privilegiados que queimaram R$ 5,3 milhões em janeiro e fevereiro (o número final deve aumentar). A média é de R$ 2.871 por servidor sortudo.
Entre os achados nos extratos está um generoso almoço por R$ 500 em um bom restaurante de carnes à beira-mar no Rio de Janeiro.
O que mais chama a atenção é que os cartões da Secretaria da Administração - que trata dos temas exclusivos do presidente e família - foram responsáveis por R$ 1,1 milhão. É 21% do total dos gastos - e não precisa ser especificado. Por "razões de segurança".

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